Navegando em: Pesquisa Social
Postado por Carina Fagiani | 13 maio, quinta-feira, 2010
Resenhar significa fazer uma relação das propriedades de um objetivo, enumerar cuidadosamente seus aspectos relevantes, descrever as circunstâncias que o envolvem.
O objeto resenhado pode ser um acontecimento qualquer da realidade (um jogo de futebol, uma comemoração solene, uma feira de livro) de textos e obras culturais (um romance, uma peça de teatro, um filme).
A resenha, como qualquer modalidade...
Postado por Carina Fagiani | 16 outubro, sexta-feira, 2009
Algumas sugestões para a elaboração de um projeto de pesquisa:
Um projeto de pesquisa é a ossatura, o esqueleto, que vai dar sustentação ao trabalho de investigação que será desenvolvido. Para que o mesmo tenha consistência, seqüência lógica, é necessário que seu autor tenha clareza de algumas questões, tais como:
• o que pesquisar • por que pesquisar...
Postado por Carina Fagiani | 23 agosto, domingo, 2009
Pesquisa Experimental
Definição: é um estudo no qual uma ou mais variáveis independentes são manipuladas e no qual a influência de todas ou quase todas as variáveis relevantes possíveis não pertinentes ao problema da investigação é reduzida a um mínimo.
Características: exige o domínio das variáveis e condições experimentais; quando se delineia o experimento deve-se manter todas as variáveis...
Postado por Carina Fagiani | 14 agosto, sexta-feira, 2009
No texto “O suicídio e os fatores cósmicos”, o suicídio é a variável a ser explicada e os fatores cósmicos é a variável explicativa, que sofre influência de uma terceira variável que são as relações sociais. Entre os fatores cósmicos dois se destacam: o clima e a temperatura. O local tomado como base para o estudo é a Europa, então é...
Postado por Carina Fagiani | 20 julho, segunda-feira, 2009
Existem diferentes tipos de entrevistas, que variam desde uma conversa amigável até o estilo mais formal e controlado de perguntar. As qualidades de um bom entrevistador são: interesse e respeito pelos outros como pessoas e flexibilidade nas reações em relação a eles; capacidade de demonstrar compreensão e simpatia pela opinião deles; e, principalmente, disposição para ficar calado e escutar.
Pode-se...
Postado por Carina Fagiani | 20 julho, segunda-feira, 2009
Os processos de habilitação do jovem desejoso de ingressar na organização eclesiástica eram os documentos produzidos devido a exigências canônicas. Através desses documentos é que a Igreja fazia a investigação sobre as origens sociais do jovem, “pureza de sangue”, sua naturalidade, local de residência, profissão, legitimidade da condição familiar, etc. E todos esses dados eram obtidos através...
Postado por Carina Fagiani | 20 julho, segunda-feira, 2009
Becker inicia seu texto colocando que o observador participante coleta dados através de sua participação na vida cotidiana do grupo ou organização que estuda”. Esse método de observação permite a obtenção de descrições detalhadas e dados variados. É possível distinguir três estágios de análises, no próprio campo de análise, e um quarto, depois do término do trabalho de campo.
1º) seria...
Postado por Carina Fagiani | 18 julho, sábado, 2009
Introdução
No trabalho que será apresentado a seguir, tentamos expor como foi feita a pesquisa e o que se concluiu no texto “O suicídio e os fatores cósmicos”, mostrando as hipóteses e provando-as, e achando as relações, quando existe, entre elas. E no final, colocamos também a nossa conclusão desse estudo.
O suicídio e os fatores cósmicos
No texto “O suicídio e os fatores cósmicos”,...
Postado por Carina Fagiani | 10 julho, sexta-feira, 2009
Em seu texto, William Foote-Whyte estuda a observação participante através da observação que fez em Cornerville, tendo como “auxiliar” Doc (possivelmente um amigo seu, e morador de Cornerville). Doc era uma pessoa influente, que conhecia grupos nos quais William estava interessado, assim ele era um “indivíduo-chave”. Porém, os indivíduos-chaves eram as pessoas líderes ou importantes dentro...
Postado por Carina Fagiani | 10 julho, sexta-feira, 2009
A história de vida tenta reunir material útil para a formulação da teoria sociológica. Quando uma pessoa fala sobre sua própria vida é chamado história de vida. É preciso ter em mente que o que a pessoa diz muitas vezes é aquilo que gostaria que os outros pensassem sobre ela, e com isso pode omitir fatos relevantes. Cabe ao sociólogo confrontar os dados obtidos com as evidências disponíveis, e...