Postado por Carina Fagiani | 20.07.09
Existem diferentes tipos de entrevistas, que variam desde uma conversa amigável até o estilo mais formal e controlado de perguntar. As qualidades de um bom entrevistador são: interesse e respeito pelos outros como pessoas e flexibilidade nas reações em relação a eles; capacidade de demonstrar compreensão e simpatia pela opinião deles; e, principalmente, disposição para ficar calado e escutar.
Pode-se...
Postado por Carina Fagiani | 20.07.09
Os processos de habilitação do jovem desejoso de ingressar na organização eclesiástica eram os documentos produzidos devido a exigências canônicas. Através desses documentos é que a Igreja fazia a investigação sobre as origens sociais do jovem, “pureza de sangueâ€, sua naturalidade, local de residência, profissão, legitimidade da condição familiar, etc. E todos esses dados eram obtidos através...
Postado por Carina Fagiani | 20.07.09
Becker inicia seu texto colocando que o observador participante coleta dados através de sua participação na vida cotidiana do grupo ou organização que estudaâ€. Esse método de observação permite a obtenção de descrições detalhadas e dados variados. É possÃvel distinguir três estágios de análises, no próprio campo de análise, e um quarto, depois do término do trabalho de campo.
1º) seria...
Postado por Carina Fagiani | 18.07.09
Introdução
No trabalho que será apresentado a seguir, tentamos expor como foi feita a pesquisa e o que se concluiu no texto “O suicÃdio e os fatores cósmicosâ€, mostrando as hipóteses e provando-as, e achando as relações, quando existe, entre elas. E no final, colocamos também a nossa conclusão desse estudo.
O suicÃdio e os fatores cósmicos
No texto “O suicÃdio e os fatores cósmicosâ€,...
Postado por Carina Fagiani | 10.07.09
Em seu texto, William Foote-Whyte estuda a observação participante através da observação que fez em Cornerville, tendo como “auxiliar†Doc (possivelmente um amigo seu, e morador de Cornerville). Doc era uma pessoa influente, que conhecia grupos nos quais William estava interessado, assim ele era um “indivÃduo-chaveâ€. Porém, os indivÃduos-chaves eram as pessoas lÃderes ou importantes dentro...
Postado por Carina Fagiani | 10.07.09
A história de vida tenta reunir material útil para a formulação da teoria sociológica. Quando uma pessoa fala sobre sua própria vida é chamado história de vida. É preciso ter em mente que o que a pessoa diz muitas vezes é aquilo que gostaria que os outros pensassem sobre ela, e com isso pode omitir fatos relevantes. Cabe ao sociólogo confrontar os dados obtidos com as evidências disponÃveis, e...
Postado por Carina Fagiani | 10.07.09
Para a autora Françoise Digneffe a utilização do método de relatos (história) de vida proporciona alguns benefÃcios para a pesquisa desenvolvida. Esse método permite sair da oposição entre o indivÃduo e a sociedade, uma vez que apesar de ser “sempre uma história única, essa história individualiza a história social coletiva de um grupo ou de uma classe, é ao mesmo tempo o produto e a expressão...
Postado por Carina Fagiani | 10.07.09
No texto a autora analisa as entrevistas de moradores da periferia, sobre o que eles pensam sobre a vida em sociedade, comentários sobre fatos variados, relatos de experiências, opiniões, etc. O que estas entrevistas demonstram não é uma novidade, mas demonstram a vida de um determinado grupo social, em um espaço delimitado de tempo, porém não coincidem com relatos do dia-a-dia, pois a entrevista conduz...
Postado por Carina Fagiani | 10.07.09
O autor começa o texto falando das diferentes fontes de documentação que podem ser utilizadas em uma pesquisa documental. Existem quatro tipos de fontes de documentação:
1- As fontes não escritas, que podem ser subdivididas em quatro conjuntos:
1.1- Os objetos e vestÃgios materiais, tais como: vestuário, mobiliário, brinquedos, obras de arte, etc, que nos levam a diferenciar nÃveis de evolução...
Postado por Carina Fagiani | 03.07.09
A entrevista torna-se um instrumento fundamental, a partir do momento em que o investigador se interessa cada vez mais pelo indivÃduo, em abordar o ser humano profundamente. Existe um paradoxo, pois se interroga o ser singular quando as Ciências Sociais se interessa pelo coletivo, nesse caso o indivÃduo é interrogado enquanto representante de um grupo social. ...