Cidadania e Justiça (pref., caps. 1,2,4) – Wanderley Guilherme dos Santos

TĂ­tulo: CIDADANIA E JUSTIÇA – A POLÍTICA SOCIAL NA ORDEM BRASILEIRA (prefĂĄcio, cap: 1,2,4) Autor: Wanderley Guilherme dos Santos Editora: Campus Ltda. PĂĄginas: 140 Ano: 1979 Tipo: Livro - Tese -> Ă© o comportamento dos atores sociais que promove a mudança na ordem social numa relação mutua de influĂȘncias conflitivas. - MĂ©todo -> observação do exercĂ­cio do poder...

Mapa do Trabalho Informal

TĂ­tulo: MAPA DO TRABALHO INFORMAL Autor: Kjeld Jakobsen, Renato Martins e Osmir Dombrowski (org.); Paul Singer e MĂĄrcio Pochmann Editora: Perseu Abramo / CUT PĂĄginas: 64 Ano: 2000 Tipo: Livro APRESENTAÇÃO     SĂŁo Paulo abriga um imenso contingente de trabalhadores cujas atividades encontram-se Ă  margem de qualquer regulamentação ou controle por parte do poder...

“Vargas e a Crise dos Anos 50” – Trabalhismo e democracia: o PTB sem Vargas – Angela de Castro Gomes

O PTB sem Vargas: -    O suicĂ­dio de Vargas Ă© um dos acontecimentos polĂ­ticos mais importantes da histĂłria do Brasil recente, comparando-se sĂł  Ă s crises polĂ­ticas de 1964 e de 1992/93. -    Este artigo busca analisar alguns aspectos da trajetĂłria do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) sob o qual o suicĂ­dio teve impacto muito significativo, pois a morte de...

O Governo Kubitschek: desenvolvimento econĂŽmico e estabilidade polĂ­tica – Maria Victoria de Mesquita Benevides

Cap. V     A polĂ­tica econĂŽmico-administrativa do Governo Kubitschek Ă© o fator mais significativo para a convergĂȘncia dos interesses da aliança PSD/PTB e dos militares e Ă© tambĂ©m fundamental para compreender o perĂ­odo, e pode ser vista como fator de reforço Ă  aliança partidĂĄria que sustentava seu governo. A estabilidade do Governo Kubitschek foi fruto de uma conjuntura especial,...

O segundo governo Vargas, 1951 – 1954: democracia, partidos e crise polĂ­tica – Maria Celina D’AraĂșjo – Cap. 5

Cap. V: O Momento Governamental: Na Busca da Conciliação , o Caminho da crise. Empossar os eleitos : uma dĂșvida sempre renovada. UDN- tenta anular a eleição de Vargas , sob a alegação de que esta eleição nĂŁo partiu de um consenso nacional majoritĂĄrio e que por isso o Governo nĂŁo seria representativo da Nação , ou seja , foi dito que Vargas nĂŁo conseguiu a maioria absoluta dos votos. E...

O segundo governo Vargas, 1951 – 1954: democracia, partidos e crise polĂ­tica – Maria Celina D’AraĂșjo

Cap. IV: A PolĂ­tica Institucional e o Discurso Eleitoral de Vargas É necessĂĄrio saber o q um governo pretende, quais sĂŁo seus propĂłsitos e em q termos deseja implementa-los p/ q se entendam os impasses e problemas enfrentados; Ă© necessĂĄrio refletir principalmente p/ quem estĂĄ sendo dirigida a atenção governamental; Tanto a nĂ­vel interno como a nĂ­vel internacional, vĂĄrias transformaçÔes ocorreram...

Vargas, os intelectuais e as raízes da ordem – Lucia Lippi Oliveira

    Vargas foi eleito em 1941 para a Academia Brasileira de Letras e no seu discurso de posse em 1943 propĂ”e a simbiose necessĂĄria entre os homens de pensamento (intelectuais) e os de ação (polĂ­ticos), para a tarefa de emancipação cultural.     O interesse principal do texto Ă© saber como se deu a aproximação do poder pĂșblico e os representantes da inteligĂȘncia brasileira,...

Fichamento: “Vargas e o Militares: Aprendiz de Feiticeiro” – JosĂ© Murilo de Carvalho

-    A Era de 1930 a 1964 teve como caracterĂ­stica a mudança nas relaçÔes entre Vargas e as Forças Armadas -    A primeira fase, que o autor chamou de namoro (1930 – 1937), teve como principais figuras Vargas e o general Pedro AurĂ©lio GĂłis Monteiro. -    Este Ășltimo era adepto, de inĂ­cio, de que os militares deveriam ficar fora da luta polĂ­tica....
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